Na atual proposta literal, a escola é instituição social de maior importância. É ali que se formam os quadros de profissionais que, mais do que dar vida, continuidade e inovação à produção, irão formar um exercito de usuários para o consumo de bens e serviços da informação. As pessoas precisam ter no mínimo de conhecimento formal para serem consumidoras. Os consumidores letrados têm de estar sempre atualizados e informados para utilizarem cada vez mais informações. A escola precisa assumir o papel de formar cidadãos para a complexidade do mundo e dos desafios que ele propõe, formando pessoas que possam reconhecer a fragilidade das conquistas sociais tradicionais: como o trabalho assalariado e os benefícios trabalhistas. A educação escolar não deverá servir apenas para preparar pessoas para exercer suas funções sociais e adaptar-se às oportunidades sociais existentes, ligadas à empregabilidade, cada vez mais fugaz. A escola deve pautar-se pela intensificação das oportunidades de aprendizagem e autonomia dos alunos em relação á busca de conhecimento, da definição de seus caminhos, da liberdade para que possam criar oportunidades e seremos sujeitos da própria existência.
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